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Não foi por falta de aviso! Neto Carvalho é investigado por fraude e desvio de $ 7 milhões.

Prefeito de Araioses, Neto Carvalho.

 

A Prefeitura de Araioses está sendo investigada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) por possíveis irregularidades no Pregão nº 009/2025. Essa investigação começou após uma denúncia anônima que mencionou fraudes, direcionamento de licitações e desvio de recursos públicos.

O inquérito foi aberto por falhas no processo de licitação para a contratação de uma empresa de informática, com valor acima de R$ 7 milhões. Apenas a empresa A R DE S Lira, conhecida como A1 Distribuidora, foi classificada, levantando dúvidas sobre a legalidade do processo. O Ministério Público solicitou documentos ao prefeito Neto Carvalho e à Comissão de Licitação. A A1 Distribuidora também deve apresentar comprovantes de execução do contrato. O prazo para terminar a investigação é de um ano, podendo ser prorrogado.

 

Escândalo em Newton Bello: Alugueis suspeitos e farra de diárias expõem suposto esquema com dinheiro público

A denúncia envolvendo a administração municipal, que supostamente estaria comprometendo recursos públicos ao alugar imóveis pertencentes a familiares de membros do governo, incluindo um secretário e um vereador, por valores exorbitantes de até R$4.500 mensais.

O atual prefeito já embolsou R$30 milhões só em diárias. Na sequência, vem Arão Silva, com R$15.800, seguido pelos secretários: Maisa Sena (esposa do prefeito), Demir, Francinaldo – todos com mais de R$9 MIL em diárias. Tal prática evidenciaria um quadro de nepotismo exacerbado, com os contratos de locação sendo ocultados em registros oficiais, levantando suspeitas de corrupção e desvio de verbas públicas.

Enquanto gastos exorbitantes em diárias alcançam cifras significativas, a população enfrenta a falta de investimentos essenciais em áreas como saúde e educação.

O escândalo de conluio entre os integrantes da administração revela uma gestão que, ao invés de promover bem-estar social, prioriza interesses pessoais em detrimento do serviço público.

 

Mais uma vez, a cadeira da vereadora Ana Freire está vazia.

A população de Zé Doca assiste, sessão após sessão, ao descaso de quem deveria representar os interesses do povo. A cada três sessões na Câmara Municipal, a vereadora Ana Freire falta a duas. Uma média vergonhosa para quem foi eleita para estar presente, ouvir a população, propor soluções e fiscalizar a gestão pública.

 

Enquanto os cidadãos enfrentam filas na saúde, escolas com estrutura precária e ruas esburacadas, a parlamentar simplesmente se ausenta de seu dever. Não participa das comissões, não apresenta propostas relevantes e sequer se digna a dar explicações à sociedade. No entanto, o salário segue sendo pago — religiosamente, mês a mês — com dinheiro público.

 

Isso é justo?

 

A vereadora pode até faltar às sessões, mas o contracheque dela não falha. A população trabalha duro e paga seus impostos para ver representantes atuantes, comprometidos, e não para bancar a ausência recorrente de quem prometeu lutar por melhorias para Zé Doca.

 

Alô, Ministério Público!

Essa situação precisa de investigação. É dever do poder público apurar se está ocorrendo improbidade administrativa, uma vez que o recebimento de salário sem o cumprimento efetivo das funções pode configurar lesão ao erário.

Zé Doca merece respeito.

A política não pode continuar sendo espaço para quem trata o cargo como privilégio e não como missão.

 

Veja a Carta renúncia de Juscelino Filho

Após solicitar demissão do Ministério das Comunicações, o deputado federal Juscelino Filho (União) emitiu uma carta na qual elucida sua decisão de renunciar após ser denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) por suposta corrupção durante seu mandato no Congresso Nacional. Reassume sua posição na câmara federal em Brasília, novamente. Juscelino Filho deixa a vaga para o também deputado federal Pedro Fernandes.

Confira a carta

Hoje tomei uma das decisões mais difíceis da minha trajetória pública. Solicitei ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva meu desligamento do cargo de ministro das Comunicações. Não o fiz por falta de compromisso, muito pelo contrário. Saio por acreditar que, neste momento, o mais importante é proteger o projeto de país que ajudamos a construir e em que sigo acreditando.

Nos últimos dois anos e quatro meses, vivi a missão mais desafiadora — e, ao mesmo tempo, mais bonita — da minha vida pública: ajudar a conectar os brasileiros e unir o Brasil. Trabalhar por um país onde a inclusão digital não seja privilégio, mas direito. Levar internet onde antes só havia isolamento. Criar oportunidades onde só havia ausência do Estado.

Tive o apoio incondicional do presidente Lula. Um líder a quem admiro profundamente e que sempre me garantiu liberdade e respaldo para trabalhar com autonomia e coragem. Nunca tive apego ao cargo, mas sempre tive paixão pela possibilidade de transformar a vida das pessoas — especialmente das que mais precisam.

A decisão de sair agora também é um gesto de respeito ao governo e ao povo brasileiro. Preciso me dedicar à minha defesa, com serenidade e firmeza, porque sei que a verdade há de prevalecer. As acusações que me atingem são infundadas, e confio plenamente nas instituições do nosso país, especialmente no Supremo Tribunal Federal, para que isso fique claro. A justiça virá!

Retomarei meu mandato de deputado federal pelo Maranhão, de onde seguirei lutando pelo Brasil. Com o mesmo compromisso, a mesma energia e ainda mais fé.

Saio do Ministério com a cabeça erguida e o sentimento de dever cumprido. O Brasil está em outro patamar. Estamos levando banda larga a 138 mil escolas, destravamos o Fust – que estava parado há mais de duas décadas – para investimento de mais de R$ 3 bilhões em projetos de inclusão digital, entregamos mais de 56 mil computadores em comunidades carentes, estamos conectando a Amazônia com 12 mil km de fibra óptica submersa e deixamos pronta a TV 3.0, que vai revolucionar a televisão aberta no país.

É esse legado que deixo. E é com ele que sigo, de pé, lutando por justiça, pela democracia e pelo povo brasileiro.

Meu agradecimento a toda a minha equipe, ao presidente Lula, mais uma vez, ao meu partido União Brasil e, em especial, ao povo do Maranhão que me escolheu para ser seu representante na vida pública. Me orgulha muito ser maranhense e poder ter contribuído com meu Estado e meu País.

– Juscelino Filho

OEA CITA DIAS TOFFOLI DE DESMONTAR SISTEMA CONTRA A CORRUPÇÃO EM DECISÃO MONOCROMÁTICA

O ministro do STF, Dias Toffoli (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)

O gerente de pesquisa da ONG Transparência Internacional, Guilherme France, citou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, ao denunciar o desmonte do combate à corrupção em países da América Latina durante participação em uma audiência na comissão de direitos humanos na Organização dos Estados Americanos (OEA).

 

France usou como exemplo do desmonte, a decisão monocrática de Toffoli que anulou todos os processos e investigações conduzidos pela Operação Lava Jato contra o empresário Marcelo Odebrecht.

Ao UOL, France disse que a decisão de Toffoli tem gerado “reflexos sistêmicos” nos outros países da América Latina porque o Judiciário brasileiro está se recusando a cooperar em investigações de corrupção ao impedir o envio de dados e depoimentos no exterior.

“Daí a nossa decisão de protestar em conjunto com outros países na OEA”, disse France ao UOL, nesta quarta-feira (5). A audiência na OEA aconteceu na segunda-feira (3).

 

Em fevereiro, Toffoli também anulou todos os atos da Operação Lava Jato contra o ex-ministro Antonio Palocci. A decisão envolve as ações tomadas pela força-tarefa do Ministério Público Federal quanto pelo então juiz Sérgio Moro.

Ao comentar sobre a decisão, no mês passado, a Transparência Internacional disse que a medida “abala” a confiança no STF.

 

Brasil atingiu a sua pior pontuação da história em índice de percepção da corrupção

Recentemente, o Brasil atingiu a sua pior pontuação no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), mantido pela Transparência Internacional. O índice, divulgado nesta terça-feira (11), se refere ao ano de 2024 e mede a impressão de especialistas e empresários sobre o nível de corrupção no setor público de cada país.

Para aferir o IPC de cada um dos 180 países avaliados, são atribuídas notas em uma escala de 0 a 100. Quanto maior a nota, melhor é a percepção sobre a integridade do país. A nota do Brasil foi 34, empatando com Nepal, Argélia, Malauí, Níger, Tailândia e Turquia.

 

 

Orleans já tem base de 50 prefeitos, calculam aliados

Antes mesmo de ser apresentado oficialmente como pré-candidato a governador do Maranhão, o secretário de Articulação Municipal Orleans Brandão (MDB) conta com uma base aliada de, pelo menos, 50 prefeitos no interior maranhense.

 

Pelo menos é o que garantem os maiores entusiastas de sua candidatura, entre deputados estaduais e secretários.

 

A força política é fruto das andanças do próprio secretário, antes mesmo de ser cogitado como opção pelo Palácio dos Leões.

 

  • Orleans apareceu com 16,7% das intenções de votos na pesquisa do Instituto Paraná, divulgada na sexta-feira, 14;
  • Embora não tenha assumido publicamente sua candidatura, o governador Carlos Brandão tem falado dela a prefeitos.

 

O nome do sobrinho do governador já tem sido tratado como pré-candidato por deputados estaduais, prefeitos, auxiliares do governo e políticos de todas as nuances ideológicas, dentro e fora do governo.

 

No Palácio dos Leões, no entanto, a regra é deixar que o nome cresça espontaneamente em 2025.

E só em 2026 seja anunciado oficialmente.

 

P/ Março D eça

Dino determina nova auditoria de R$ 469 milhões em emendas de 2024.

O ministro STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino pediu nesta 3ª feira (18.02.2025) uma nova auditoria de R$ 469 milhões em emendas de 2024 à CGU. A análise irá se concentrar nas emendas de congressistas sem um plano de trabalho registrado.

Dino deu 60 dias para a apresentação dos resultados, apontando 644 emendas sem detalhamento na plataforma Transfere.gov. Apesar do avanço em transparência, o ministro afirmou que ainda são necessárias novas medidas para melhorar a situação. Os ministérios irão classificar os planos de trabalho pelas suas situações.

Dino quer que os órgãos verifiquem os planos de trabalho que estão no status “aprovado” para checar se estão sendo “adequadamente executados”. Ele também pediu que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal incluam os CPFs e CNPJs dos destinatários finais dos recursos.

Além disso, pediu que a PGR seja informada sobre os planos não cadastrados para responsabilizar gestores omissos, inclusive em casos de improbidade administrativa.

O ministro baseou sua decisão em uma nota técnica do TCU, que apontou que, desde 2018, 86% das emendas parlamentares foram pagas por transferências e 14% por aplicação direta. O TCU afirmou que apenas 19% das transferências são rastreáveis. O magistrado pediu uma nova avaliação a respeito das “emendas PIX” até 28 de março.

À CGU, Dino também determinou que sejam verificados 126 planos de trabalho (59 referentes ao ano de 2024 e 67 de anos anteriores) classificados como “aprovados”. A controladoria deve indicar se os recursos foram executados adequadamente.

“PRA VARIAR” VEREADORA ANA FREIRE COMEÇA NOVO MANDATO COM FALTA.

 

Vereadora Ana Freire

Para não contrariar os seus eleitores, a vereadora Ana Freire começou o ano legislativo com falta. Na última sexta-feira, o presidente Bil Moraes deu início à primeira sessão ordinária com a presença da prefeita Flavinha Cunha para dar boas-vindas aos novos vereadores, assim como aos vereadores mais antigos na câmara.

Bill Moraes deu início à sessão ordinária contando apenas com 13 vereadores (que deveria ser o número correto conforme o total da população de Zé Doca de acordo com o IBGE).

O vereador e ex-presidente da casa Cláudio da Boa Esperança também não marcou presença. Para variar, a vereadora Ana Freire começa esse novo mandato com sua primeira falta logo no início dos trabalhos do legislativo.

Como é de conhecimento de todos, a vereadora foi a mais faltosa no mandato passado.

Motivo:

Como vai fazer para conciliar horários dedicados à faculdade de medicina e aos trabalhos na câmara com por exemplo sessões ordinárias, comissões, pedidos de requerimento e etc…

Na próxima matéria, vamos buscar o que diz o regimento interno da câmara sobre essas faltas.

PRESIDENTE BILL MORAES ABRE NOVO MANDATO COM À PRIMEIRA SESSÃO ORDINÁRIA NA CÂMARA

Presidente da câmara Bil Moraes, prefeita Flavinha e o vice prefeito Edilson Romão

A Câmara Municipal, sob a presidência do Vereador Bill Moraes, realizou a 1ª sessão da Câmara Ordinária do ano. O encontro contou com a presença ilustre da prefeita Flavinha e seu esposo Vinicius. A sessão foi um momento importante para discutir pautas relevantes para a comunidade e dar continuidade ao trabalho legislativo.

Durante a sessão, o vereador Bill Moraes expressou sua satisfação em receber a prefeita e destacou a importância da parceria entre o Executivo e o Legislativo para o desenvolvimento da cidade. A presença da prefeita Flavinha trouxe uma perspectiva renovada às discussões, reafirmando o compromisso da administração municipal com as necessidades da população.

Ao final da sessão, o vereador Bill Moraes fez um agradecimento especial a todos os presentes, ressaltando a importância da participação cidadã nas decisões do município. Ele enfatizou que a colaboração entre os representantes do povo é fundamental para promover melhorias e atender aos anseios da comunidade, garantindo que as vozes de todos sejam ouvidas.

 

 

Vereador Hennio Silvestre Confessou Crime e Pagou Multa para Evitar Processo, Mas Agora Diz que Foi Inocentado

Vice-presidente da Câmara municipal de Zé Doca Vereador Hennio Silvestre mente quando diz que foi absolvido do crime de receptação de carro roubado na capital Recife e preso pela Polícia Federal Rodoviária de Santa Inês.

Na verdade o vereador confessou o crime para se utilizar da lei e não persecução penal que lhe dá o direito de arquivar o processo desde que compra algumas exigências como, pagar fiança decretada em 3.500 mais multa de 3.500 e seguir outras exigências da lei.

O vereador foi beneficiado através de um acordo de não persecução penal. Na prática ele tem contra si uma punição diversa da prisão em troca de não ser processado. No caso do vereador ele pagou uma multa no valor da fiança prestada, mas O CRIME FOI COMETIDO.

Ele induz a população a erro ao falar que o processo foi arquivado. O processo foi arquivado porque ele pagou a multa por conta do crime e não pelo fato dele ter sido inocentado, o crime ocorreu e teve a sua devida reprimenda através de uma pena de multa.

Para que o acordo seja aplicado, é necessário que o investigado confesse a prática do crime e aceite cumprir todas as condições estipuladas pelo Ministério Público, como, por exemplo, prestar serviços à comunidade, pagar indenização ao ofendido ou cumprir outras medidas que promovam a reparação do dano.